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TRABALHOS APROVADOS > RESUMO

Qualidade de vida dos idosos institucionalizados e não institucionalizados: um estudo comparado

Laíza Buffoni Euzébio da Silva, Maycon Alex Miguel
Universidade de Marília - Marília - SP - Brasil

Introdução

As entidades de atendimento ao idoso são lugares destinados às pessoas com mais de sessenta anos e compreendem duas modalidades: asilares e não asilares. O asilo destina-se ao atendimento a idosos sem vínculo familiar, ou sem condições de manter sua própria subsistência, de modo a satisfazer as suas necessidades de moradia, alimentação, saúde e convivência social, em regime de internato. As moradias não asilares são os centros de convivência, centro de cuidados diurnos, hospital-dia, casa-lar e oficina abrigada de trabalho e destinam-se ao atendimento por determinado período do dia (YAMAMOTO e DIOGO, 2002).

 

As instituições asilares têm o compromisso de suprir as necessidades básicas dos idosos, proporcionando-lhes uma maior qualidade de vida. Contudo, nem sempre lhes são oferecidas atividades, por falta de mão de obra especializada, problemas financeiros, ou até mesmo pela restrição de espaço físico. Assim, os idosos ficam muito tempo ociosos, o que pode levar a problemas de angústia e depressão, entre outras doenças (GUIMARÃES, SIMAS e FARIAS, 2005). 

Objetivo

Este trabalho tem como principal objetivo avaliar a qualidade de vida desses idosos.

Metodologia

 

Para a coleta de dados foi utilizado o instrumento World Health Organization Quality of Life Assessment Instrument – OLD (WHOQOL-OLD), da Organização Mundial de Saúde.

O instrumento WHOQOL-OLD é composto por 24 itens, com respostas por escala tipo Likert de 1 a 5, divididos em seis facetas: 1. Funcionamento dos sentidos. 2. Autonomia. 3. Atividades passadas, presentes e futuras. 4. Participação social. 5. Morte e morrer. 6. Intimidade (Fleck et al., 2008).

 

Com base nas sintaxes oferecidas pelo Grupo WHOQOL, os resultados dos escores das facetas foram apresentados, neste estudo, por meio de uma escala de 4 a 20.

Resultados

O escore médio das facetas avaliadas pelos idosos de Marília, institucionalizados, em ordem crescente foi: morte e morrer: 10,62; funcionamento dos sentidos: 12,48; autonomia: 12,90; participação social: 15,00; atividades passadas, presente e futuras: 15,71 e intimidade: 15,71.

Entre os idosos de Marília não institucionalizados o escore médio também em ordem crescente foi: morte e morrer: 13,38; autonomia: 14,24; funcionamento dos sentidos: 14,33; participação social: 14,86; atividades passadas, presente e futuras: 15,38 e intimidade: 15,86.

Conclusão

Os achados desta investigação permitiram concluir que os idosos institucionalizados não apresentaram pior percepção de sua qualidade de vida em comparação com os indivíduos não institucionalizados.

 

 

 

 

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